domingo, 12 de janeiro de 2014

Montreal (Biósphere, Parc Olympique e Jardin Botanique)

Jardin Botanique
Hoje nossa viagem irá explorar uma das mais belas partes do patrimônio ecológico de Montreal, cidade que tem orgulho de exibir toda a sua exuberância.

Em tempos de Copa do Mundo FIFA no Brasil e de preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de 2016, iremos falar um pouco sobre como a cidade aproveitou o legado deixado pelos Jogos Olímpicos de 1976, enquanto contamos como foi nossa visita ao Parc Olympic.


Começamos o dia conhecendo de perto por um dos marcos da cidade, visto de qualquer lugar que você estiver no Vieux-Port.




La Biósphere

Localizada na Île Sainte-Hélène (não confunda com a vizinha Île Notre-Dame onde ficam o Casino e o Circuit Gilles Villeneuve), possui como melhor opção de transporte pelo antigo, mas eficiente metrô da cidade. O nome da ilha foi uma homenagem a Samuel de Champlain.

Desça na Station Jean-Drapeau e com uma curta caminhada você chegará onde deseja.

Recomendamos a visita principalmente se você viaja com crianças ou adolescentes. As salas abordam o tema da preservação da natureza de forma bastante interativa e despertam a necessidade urgente de ações.



Uma curiosidade interessante é a casa auto-sustentável, construída com materiais que garantem o mínimo de gasto de energia, como também utiliza-se de placas solares para seu fornecimento.



Como já havíamos nos acostumado no Canadá, fomos maravilhosamente bem recebidos por um dos estudantes do projeto que se mostrou um amante do Brasil, interessado por nossa língua e que teve uma atenção ímpar para nos explicar os detalhes do Projeto (inclusive que no inverno não dá para morar na casa devido ao frio).


Parc Olympique

O parque foi construído para os Jogos Olímpicos de 1976 e o que deveria ser motivo de orgulho se tornou um problema para a cidade, tamanha foi a dívida que ficou (a cidade demorou mais de 20 anos para pagar a conta).

Uma boa dica para começar o passeio é pela Tour de Montréal para que você tenha uma boa perspectiva de cima do parque. São 175 metros de altura (maior torre inclinada do mundo) avançando sobre o estádio.



Minha atração preferida foi sem sombra de dúvida o Biodôme. Construída para ser o velódromo dos jogos (por isto é em formato de capacete de ciclista), ele abriga a reprodução de diversos habitats naturais mundo afora, de floresta tropical à região polar. Simplesmente e-s-p-e-t-a-c-u-l-a-r!







Siga para o Stade Olympic de autoria do arquiteto parisiense Roger Taillibert e com capacidade de 56 mil expectadores. É uma das obras primas do parque, mas deixou uma conta bem cara para ser paga imersa em escândalos de corrupção. O apelido pejorativo "o grande buraco" ("the big O") acabou virando sua denominação.

Visitamos também o Centre Sportif, quando tivemos a oportunidade de ver parte do treino de uma equipe de saltos ornamentais. Haja coragem para saltar de tamanha altura!


Jardin Botanique

Chegamos a um dos lugares mais lindos que já visitei sem sombra de dúvida. São 73 ha de múltiplos jardins das diversas regiões do mundo.



A foto que colocamos lá no começo do post é uma das que mas me orgulho de ter clicado, com toda a minha inexperiência (a especialista é minha companheira de blog e de vida).

Se você não é daqueles moradores de cidade grande que não podem ver uma baratinha que sai correndo com medo, comece pelo multi-colorido Insectarium.  



Prossiga até o Jardin Japonais, onde encontramos um bonsai de 270 anos!



Caminhe até o maior Jardin de Chine fora do seu país de origem.





Perca-se caminhando pelos seus diversos jardins!






Veja a primeira parte da nossa passagem por Montreal no post Montreal (Mont-Royal, Saint-Joseph e Cirque-du-Soleil).

Não perca nosso passeio pela maravilhosa Vieux-Montréal.


Não viaje sem ler o resumo das nossas dicas da cidade.



Próxima etapa da nossa viagem vai até a surpreendente capital do país: Ottawa!



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